Deposito minhas esperanças na felicidade, em um imbecil novamente. E este imbecil me decepciona. Parecia que ia ser diferente. Eu acreditei nisso. Eu acreditei nele. E depois de ter ficado com ele, de ter acreditado na mudança. E o pior é que realmenete ele mudou. Só que eu demorei demais para dizer um sim. Outra disse antecipadamente.
Que ironia do destino. Pois é, comigo ele tem sido bastante travesso. Me ludibria. Me prega peças. Peças terríveis que me mutilam...
Eu quero chorar, mas para que? Tenho que agüentar os chutes que a vida dá. Já estou acostumada mesmo. Estou cheia de cicatrizes e hematomas das pancadas da vida...
Eu quero chorar, mas por que? Só pelo simples fato de eu não ser forte o bastante para suportar e superar todas as pedras e demais alegorias pelas quais eu tropeço? Realmente, sou fraca! Sou fraca para agüentar os arranhões dos momentos.
Ainda quero chorar. Não consigo entender. Sempre construo palácios de ilusão, que são frágeis como pequenos castelos de areia. Á um soprar despencam. Talvez porque meus palácios sejam forrados de uma matéria insalubre: meus erros.
Mas eu sou humana. Como não poder errar? Como agir direito? Assim vou aprendendo. Eu erro, na certeza consciente de talvez suprir minhas necessidades de uma felicidade que nunca vem plena.
terça-feira, 3 de abril de 2007
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário